O PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 0,6% no terceiro trimestre e acumula alta de 1% em 2019.  Embora abaixo das estimativas no começo do ano, os dados são positivos e animam 70% dos empresários do país. Desses, 57% pretendem fazer novas contratações, mostrou pesquisa sobre as expectativas do empresariado para o país e os negócios, feita pela Deloitte, empresa de consultoria.

Mas os outros 42% vão priorizar o ajuste do quadro de funcionários para aproximá-lo à demanda de produção, economizar nas despesas, especializar o time e automatizar processos.  

Explica melhor? Dos 42% de empresários que decidiram não ampliar as contratações, mas sim fazer substituições ou reduzir o quadro de funcionários, 53% buscam reduzir os custos e 37% estão preocupados em alinhar o tamanho da equipe à diminuição da demanda de produção, ainda pequena.

Qual a importância da mão de obra? Para as empresas, cada vez maior. “A qualificação vai se tornando um fator crítico às pessoas que pretender manter seus empregos”, constata a pesquisa.

Em números, isso significa que 45% dos empresários vão substituir seus atuais colaboradores por profissionais mais qualificados e 35% vão aplicar robotização para automatizar processos.

Como os empresários estão vendo a redução do desemprego em 2020? Independente do cenário de 2020, cerca de um quinto das empresas estão dispostas a contratar. Quase 60% pretende ampliar o quadro de funcionários se a economia melhorar mais do que o estimado. Entretanto, se piorar, 64% dos empresários já avaliam que vão demitir pessoal.

Qual o público da pesquisa? A Deloitte ouviu empresários a frente de 1.377 companhias dos setores de bens de consumo, infraestrutura, atividade financeira, tecnologia e bens de capital. Juntas, as empresas representam R$ 3,5 trilhões, cerca de metade do PIB de 2019.

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