Milhares de empresas tiveram de permitir que os funcionários trabalhassem em home office da noite para o dia. Não foi uma decisão planejada, foi quase uma obrigação. É que o distanciamento físico entre as pessoas tem sido uma das principais recomendações para conter o avanço do coronavírus.

O resultado é que muitas empresas não estavam preparadas para o home office, pois não pensavam em adotar essa medida tão cedo. Quem se deu bem com essa situação são companhias que fazem a locação de equipamentos como notebooks, desktops, tablets e smartphones.

Houve um crescimento na demanda? Avassalador, segundo João Lima, EO da Agasus, empresa que faz a locação desses equipamentos para outras corporações. Desde sexta-feira, ou seja, em quatro dias, a Agasus alugou 5.000 equipamentos. A média mensal de locação, antes do coronavírus, girava entre 1.000 e 1.500 peças.

Por que cresceu tanto? Lima diz que a adoção massificada do home office fez subir a procura. “As empresas já vinham num processo de locação de equipamentos, mas isso disparou após a preocupação com o coronavírus aumentar.”

O que mais está sendo alugado? Os itens mais solicitados neste momento são notebooks e smartphones.

Vai ter para todo mundo ou vai faltar? Lima afirma acreditar que não haverá desabastecimento porque as empresas têm algum estoque. “O prazo de entrega ainda não mudou, gira entre 20 e 30 dias.”

Isso vai acabar logo? O CEO da Agasus diz que tem empresa fechando contrato de locaçãp para daqui a 20 dias. Por isso, segundo ele, dá para imaginar que essa situação de isolamento vai durar muito mais que um mês.

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