O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender nesta quarta-feira (dia 25) a retirada parcial das restrições ao funcionamento da economia em razão do coronavírus. Ele repetiu o tom adotado em pronunciamento à nação na terça-feira à noite, quando criticou as recomendações médicas de isolamento da população.

“O que precisa ser feito? Botar esse povo para trabalhar, preservar os idosos, preservar aqueles que têm problema de saúde. Mais nada além disso”, disse o presidente em entrevista em frente ao Palácio da Alvorada, em Brasília

“Caso contrário, o que aconteceu no Chile vai ser fichinha perto do que pode acontecer no Brasil”, afirmou, em referência aos protestos de milhares de pessoas no país sul-americano no fim do ano passado.

“Se é que o Brasil não possa ainda sair da normalidade democrática que vocês (da imprensa) tanto defendem.” Ele negou, no entanto, que essa saída da normalidade possa partir do seu governo, dizendo que isso viria da esquerda. “Não é da minha parte não, fique tranquilo”. Bolsonaro disse ainda que, se a economia colapsar, não haverá recursos, por exemplo, para o pagamento de servidores públicos. “O caos está aí, na nossa cara”.

(Com Estadão Conteúdo e Reuters)

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