O Brasil fechou 2019 com o maior saldo de emprego com carteira assinada em números absolutos desde 2013. No balanço do ano, 644.079 novas vagas de emprego formal foram criadas, o que significa 115 mil postos a mais do que o registrado em 2018, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta sexta-feira (24). O total de empregos com carteira assinada no país chegou a 39 milhões de vínculos – em 2018, esse número tinha ficado em 38,4 milhões.

Que setores mais contrataram no ano?

  • Serviços: 382,5 mil novos postos
  • Comércio: 145,4 mil novas vagas
  • Construção Civil: 71,1 mil novas vagas

Que Estados mais contrataram?  São Paulo gerou 184.133 novos postos, seguido por Minas Gerais, com 97.720 empregos, e Santa Catarina (71.406 vagas).

Como ficaram os salários? No ano, o salário médio de admissão nacional foi de R$ 1.626,06, enquanto o salário médio de desligamento foi de R$ 1.791,97. Em termos reais (ou seja, descontada a inflação), houve aumento de 0,63% no salário médio de admissão e de 0,7% para o salário de desligamento.

Como foi o mês de dezembro? Seguiu a tradição de ter balanço negativo. Houve mais demissões do que admissões, resultado do desligamento de trabalhadores temporários contratados de olho no aumento da demanda no fim de ano. As maiores demissões foram nos setores de serviços, indústria e construção civil.

Que outros dados o Caged trouxe? Em 2019 houve 220.579 desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado no acumulado dos setores de serviços, comércio e indústria de transformação.

Na modalidade conhecida como trabalho intermitente, o saldo ficou positivo em 85.716 empregos; e, no regime de jornada parcial, o balanço foi positivo em 20.360 novos empregos.

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