Os Estados Unidos abriram 266 mil novos postos de trabalhos formais em novembro, superando a média mensal de 180 mil contratações em 2019. O resultado foi o maior dos últimos 10 meses, influenciado sobretudo pelo fim da greve de funcionários nas fábricas da General Motors em todo o país, segundo estatísticas oficiais divulgadas nesta sexta-feira (6) BLS (Bureau of Labor Statistics)

Que setores mais geraram emprego? Assistência à saúde em ambulatórios e hospitais (+45 mil), serviços técnicos e profissionais (+31 mil) e indústria de carros e autopeças (+54 mil).

E o salário? Por hora trabalhada, os empregados americanos recebem um salário mínimo de US$ 28,29, aumento de 3,1% na comparação com novembro do ano passado.

E a taxa de subocupação? O Estados Unidos tem 4,3 milhões de empregados que trabalham menos horas do que gostariam ou poderiam porque não encontram ocupações em tempo integral.

Por que isso é importante? A robustez do mercado de trabalho dos Estados Unidos alivia os temores de desaceleração mais intensa da economia global, que afeta o Brasil e o fluxo de investimentos internacional.

Está tudo certo? Não é exatamente assim. A economia dos EUA está com juros baixos e uma inflação menor do que muitos analistas acreditam ser o saudável. Empresas estão contratando, mas o alto gasto fiscal do governo preocupa parte dos economistas. Além disso, o recente anúncio do aumento da cobrança de tarifas sobre o aço e o alumínio brasileiro sugere que as imposições tarifárias de Trump devem continuar, afirma o jornal The New York Times.

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