O Banco Original deu mandato a bancos para coordenarem uma captação de recursos no exterior, em sua primeira incursão internacional, no que pode ser uma prévia para testar o apetite de investidores para uma futura listagem em bolsa. 

Com qual objetivo? Apoiar a expansão da carteira de crédito do grupo, que prevê fechar 2019 com mais de 3 milhões de clientes. Ainda, segundo o diretor de tecnologia e produtos, Raul Moreira, com R$ 3 bilhões em caixa, a instituição não tem necessidade de novos recursos, mas viu na operação uma forma de se apresentar a investidores no exterior.

O banco controlado pela J&F, holding da família de Joesley e Wesley Batista que também controla a JBS, tem mantido contato com bancos de investimento para uma oferta pública inicial de ações, mas um horizonte para essa operação ainda não foi definido, segundo Moreira.

Quando começará? A captação será coordenada por BCP Securities, Santander e XP Investimentos e as reuniões com investidores nos EUA e na Europa começam no dia 30.

Qual o potencial da operação ? A agência de classificação de risco Standard Poor’s atribuiu rating “B” à operação, com perspectiva negativa, para emissão de US$ 200 milhões.

(Com Reuters)

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