* Originalmente esta reportagem informava que o lucro do BTG havia crescido 55%. O percentual estava incorreto. O texto abaixo foi corrigido.

O BTG Pactual cresceu na maioria de suas áreas de atuação no quarto trimestre e em 2019 e, como consequência, obteve um lucro líquido ajustado de R$ 3,833 bilhões no ano inteiro, uma alta de 40% em relação ao exercício anterior. Os resultados foram divulgados nesta sexta-feira (dia 14) antes da abertura dos mercados.

O destaque do resultado ficou com as operações em que o banco assessora grandes empresas a captar recursos (via emissão de ações e de títulos ou empréstimos) e a realizar fusões e aquisições, entre outras.

No quarto trimestre, o lucro líquido ajustado ficou em R$ 1,010 bilhão, com queda de 6% em relação ao período imediatamente anterior.

As receitas do banco também registraram forte alta de 56% na comparação anual, saltando de R$ 5,353 bilhões em 2018 para R$ 8,333 bilhões em 2019. No quarto trimestre, elas somaram R$ 2,486 bilhões (+14% ante o terceiro trimestre).

O indicador de rentabilidade do banco, o ROAE (lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido médio), que mede o lucro que ele é capaz de gerar para os seus acionistas, subiu na média anual de 14,7% (2018) para 19,1% (2019).

Veja os destaques por áreas no quarto trimestre:

  • Investment banking (inclui operações como emissão de dívidas de empresas, ofertas de ações, fusões e aquisições etc.): As receitas de R$ 306 milhões foram recorde para um trimestre, com alta de 9% em relação ao período entre julho e setembro
  • Corporate lending (empréstimos para grandes empresas): As receitas subiram 11%, para R$ 229 milhões
  • Asset management (gestão de recursos): As receitas aumentaram 50% e chegaram a R$ 284 milhões.

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